AS 13 SERPENTES MAIS VENENOSAS DO MUNDO

AUTOR: Ronielson Lima (Professor de Biologia)
Atualizado em: 12/08/2025


Trazemos aqui o ranking das serpentes mais venenosas do mundo. Vale lembrar que nem sempre as mais venenosas são as mais perigosas, pois, apesar de muitas terem peçonha extremamente potente, são animais tímidos e evitam o contato humano.

Fazer um ranking baseado na potência do veneno (peçonha) é algo complexo, pois vários fatores influenciam, como a quantidade de veneno injetado, a reação de cada organismo, a agilidade no socorro, a idade da serpente, entre outros.

Por isso, utilizamos como critério a toxicidade do veneno, medida em DL50 (Dose Letal Mediana) — indicador que revela a quantidade de veneno necessária para matar 50% dos animais testados (nesse caso, ratos). A dose letal é estipulada em miligramas de veneno por quilo de massa corporal: quanto menor a quantidade, mais tóxico é o veneno.


13º LUGAR – Coral-verdadeira (Micrurus lemniscatus)

serpentes mais venenosas
TOXICIDADE: 0,690 mg/Kg

Em décimo terceiro lugar está uma representante brasileira: a coral-verdadeira. Essas serpentes são tímidas, vivem escondidas sob troncos e folhagem, e têm hábitos noturnos. Por causa desse comportamento, o número de acidentes com a espécie é pequeno, representando apenas 0,1% do total de casos no Brasil.

Curiosidade: apresentam a capacidade de armazenar o esperma do macho, permitindo que a fêmea realize várias posturas antes de uma nova cópula.

Por ter peçonha de baixo peso molecular, o veneno se espalha rapidamente pelo organismo. Possui ação neurotóxica (atinge o sistema nervoso), causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e queda das pálpebras, podendo levar um adulto ao óbito em poucas horas.

O veneno da coral-verdadeira é o mais potente entre as serpentes brasileiras, estando em 1º lugar no ranking nacional. As chances de sobrevivência são de 50%, com possibilidade de sequelas severas. Além de potente, ele só pode ser neutralizado com um soro específico, diferente de outras espécies cujo soro utilizado é polivalente (combate mais de um tipo de veneno).


12º LUGAR – NAJA

serpentes mais venenosas
TOXICIDADE: 0,656 mg/Kg

O gênero Naja possui mais de 20 espécies, distribuídas por toda a África, sudoeste e sul da Ásia, além do sudeste asiático. São serpentes peçonhentas, agressivas e perigosas, capazes de erguer grande parte do corpo e cuspir veneno a até dois metros de distância.

O veneno das Naja pode ter ação neurotóxica (paralisa o sistema nervoso), citotóxica (provoca necrose tecidual), anticoagulante (causa hemorragias) e cardiotóxica (afeta o sistema cardiovascular).

Algumas espécies conseguem cuspir o veneno, que, ao atingir a pele, provoca irritação grave e, em contato com os olhos, causa queimação intensa e possível cegueira permanente se não houver limpeza imediata e completa.


11º LUGAR – COBRA MARROM DO NORTE  (Pseudonaja nuchalis)

serpentes mais venenosas
TOXICIDADE: 0,473 mg/Kg

A cobra-marrom-do-norte, ou gwardar, é altamente venenosa e nativa da Austrália. Vive em habitats secos, mas também em bosques e pastagens costeiras, escondendo-se em fendas e sob pedras.

Normalmente não é agressiva, a menos que seja perturbada. Apresenta hábitos noturnos nos meses mais quentes, mas pode estar ativa durante o dia. Essa serpente pode alimentar-se de indivíduos da mesma espécie.

Seu veneno contém neurotoxinas, nefrotoxinas e substâncias coagulantes. Os sintomas incluem dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, paralisia motora, destruição das hemácias e de outros tipos de células.


 10º LUGAR – COBRA-DA-MORTE (Acanthophis Antarcticus)

 serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,400 mg/Kg

No top 10 temos uma serpente com um nome nada convidativo. A cobra-da-morte é uma víbora nativa da Austrália, figurando entre as serpentes terrestres mais venenosas do mundo. Possui cabeça larga, achatada e triangular, corpo grosso com faixas vermelhas, marrons e pretas, e barriga cinza, creme ou rosa. Pode atingir até 1 metro e tem as presas mais longas entre as cobras australianas.

Habita florestas, bosques e pastagens, sendo especialista em camuflagem. Esconde-se sob folhagens e detritos, aguardando dias até que uma presa passe por perto. Utiliza a ponta da cauda, semelhante a uma lagarta, como isca para atrair a vítima.

Quando o animal se aproxima, a cobra ataca rapidamente, injeta seu veneno e espera a presa morrer antes de devorá-la. Embora não seja naturalmente agressiva, sua técnica de caça e a camuflagem aumentam o risco de encontros perigosos com humanos.

Curiosidade: sapos-cururus, espécie invasora na Austrália, comem víboras jovens. As adultas que se alimentam desses sapos acabam envenenadas pelas glândulas tóxicas presentes na pele deles, o que tem reduzido a população dessa cobra.

Seu veneno, composto por neurotoxinas altamente potentes, pode causar paralisia e morte em até seis horas após a picada.


9º LUGAR – MAMBA-NEGRA (DENDROASPIS POLYLEPIS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,264 mg/Kg

Ocupando a nona posição está a  Mamba-Preta, considerada a cobra mais letal do continente africano, é bastante agressiva e apresenta grande velocidade e destreza no bote, é a cobra terrestre mais rápida do mundo, chega a até 20 km/h e seus ataques são extremamente rápidos e precisos, dezenas de casos de ataques mortal já foram relatados. 

Esse animal feroz, produz um veneno com ação muito rápida, pois é constituído por uma proteína de baixo peso molecular, espalhando rapidamente pelo tecido picado. Não existe possibilidade dessa cobra picar sua vítima e não injetar seu veneno. Geralmente, ela ataca sua vítima quando ela tenta se afastar e correr, aproveitando de sua grande velocidade. 

São cobras extremamente territorialistas, ou seja, defendem agressivamente seu território e se movimentam rapidamente entre as vegetações. Apresenta cabeça grande e corpo pequeno e fino, sendo que a sua boca e língua são pretas, por isto recebe este nome. 

A peçonha da mamba-negra está carregada com neurotoxinas que desligam o sistema nervoso, paralisando a vítima por completo. Sem o soro, a probabilidade de óbito é de 100%. O tempo da morte pode variar de menos de meia hora a até quatro horas. No entanto, se o soro não for aplicado nos primeiros 20 minutos, torna-se quase impossível reverter o envenenamento.


8º LUGAR – COBRA FILIPINA (NAJA PHILIPPINENSIS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,200 mg/Kg

No oitavo lugar temos uma espécie de Naja encontrada nas Filipinas do Norte, a NAJA PHILIPPINENSIS, também chamada de cobra filipina ou Naja cuspideira, esse último nome é dado pois além de injetar o veneno através da mordida ela também pode cuspi-lo cerca de 3 metros de distância. Dentre as 20 espécies de Naja é considerada a mais perigosa. 

O veneno que é cuspido quando apenas atinge a pele (não é injetado) não é letal, porém se atingir os olhos, pode causar cegueira e quando o veneno é injetado através da picada apresenta grande letalidade.

Seu veneno é composto de uma neurotoxina que a afeta os sistemas cardiovascular e respiratório, após a picada é comum as vítimas apresentarem paralisia respiratória, dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia, tontura, colapso, convulsões e se não tratada, pode levar à morte em pouco tempo por insuficiência respiratória.


7º LUGAR – SERPENTE-MARINHA-COMUM (Enhydrina schistosa)
 
serpentes mais venenosas
TOXICIDADE: 0,164 mg/Kg
Na sétima posição temos serpente marinha comum  ou  serpente marinha Valakadeyan, espécie altamente venenosa comum em todo o tropical Indo-Pacífico, responsável por mais de 50% de todas as picadas de cobras marinhas, bem como na maioria dos envenenamentos e mortes.
Encontrado no Mar da Arábia, Golfo Pérsico, ao sul de Seychelles e Madagascar , nos mares do Sul da Ásia e Sudeste Asiático. São agressivas e ativas durante o dia e à noite e são capazes de mergulhar até 100 metros e permanecer submersas por cinco horas.
O veneno desta espécie é composto por neurotoxinas (que afetam as funções neurológicas) e miotoxinas (afetam os músculos) altamente potentes, três gotas do veneno dessa serpente pode matar até oito pessoas.

6º LUGAR – VÍBORA DE RUSSELL (DABOIA RUSSELLI) 
serpentes mais venenosas
TOXICIDADE: 0,162 mg/Kg

A víbora-de-russell  é uma espécie de serpente da família Viperidae, encontra-se na Ásia em todo o subcontinente indiano, grande parte do sudeste asiático, sul da China e Taiwan. Está entre as maiores serpentes da Índia, sendo a responsável pelo maior número de acidentes e mortes dentre todas as serpentes venenosas devido ao seu temperamento agressivo e sua ampla distribuição geográfica.

Algumas curiosidades sobre esse animal é que ela possui uma das picadas mais dolorosas de todas as cobras venenosas e é responsável pela morte de mais de 15.000 indianos por ano. Em média cada víbora adulta produz cerca de 268 mg de veneno, o suficiente para matar 22 pessoas ou 88.211 ratos. 

Entre os sintomas do envenenamento pode-se destacar, dor severa no local da mordedura que pode durar de 2 a 4 semanas, inchaço, hemorragias nas gengivas, urina e nas secreções respiratórias, queda da pressão arterial, diminuição do  ritmo cardíaco, formação de bolhas no local da mordedura, necrose dos músculos próximos do local da mordedura, vômito, edema facial, insuficiência renal, coagulação intravascular.

 O tratamento médico imediato e o acesso a soros podem evitar ou diminuir drasticamente a probabilidade de desenvolver complicações severas potencialmente letais. No caso de ausência de tratamento, a morte por septicemia ou por falência renal, respiratória ou cardíaca pode ocorrer entre 1 e 14 dias após a mordedura ou até mais tarde, dependendo que quantidade de veneno que foi injetado na picada.


5º LUGAR – SERPENTE-TIGRE (NOTECHIS SCUTATUS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,118 mg/Kg

Na quinta posição temos a serpente – tigre (Notechis scutatus), é uma das cobras mais temidas da Austrália, encontra-se principalmente no sudeste do país e seu habitat são ambientes pantanosos ou próximo de riachos, é agressiva ao ser perturbada, ao se sentir minimamente amaçada, levanta a cabeça, infla o corpo e assobia alto. 

Seu veneno é altamente neurotóxico, possui potentes neurotoxinas (atacam o sistema nervoso), coagulantes (fazem o sangue coagular dentro dos vasos sanguíneos), hemolisinas (toxinas que destroem hemácias, comprometendo a função respiratória) e miotoxinas (provocam necrose dos músculos), podendo levar uma pessoa à morte em menos de uma hora. 

Os sintomas decorrentes do seu veneno incluem dores no pé e pescoço, dormência, formigamento, suor, falta de ar e paralisia. Entre as cinco espécies de cobras tigre, a preta é a mais venenosa e essas serpentes são protegidas por lei, matar ou feri-las rende uma pena que vai de multa até prisão. A taxa de mortalidade por picadas não tratadas gira em torno de 40 a 60%.


4º LUGAR – KRAIT MALASIANA  (BUNGARUS CANDIDUS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,100 mg/Kg

Na quarta posição a Krait malasiana (Bungarus candidus), que vive na Indonésia e sudeste da Ásia, tem hábitos noturnos, apresentam pouco mais de um metro de comprimento, sua coloração geralmente é preta e branca ou preta azulada e branca. 

Possui alimentação variada, se alimenta de ratos, lagartos, sapos e artrópodes, também se alimentam de outras serpentes até mesmo da própria espécie. são extremamente venenosas e, mesmo com a aplicação do soro, em 50% dos casos as picadas em humanos terminam em morte. Seu veneno é 16 vezes mais potente que o de uma naja.

Sua letalidade é de 85% e seu veneno contém uma neurotoxina que alguns pesquisadores afirmam que é 16 vezes mais potente que o de uma naja, destruindo o sistema nervoso da vítima, induzindo a paralisia muscular, tremores, convulsões, endurecimento dos músculos faciais e incapacidade de ver ou falar. Em alguns casos, mesmo depois de a vítima receber tratamento, pode ocorrer o coma permanente e até a morte cerebral por falta de oxigênio.


3º LUGAR – TAIPAN COSTEIRA (OXYURANUS SCUTELLATUS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,099 mg/Kg

No top 3 temos a Taipan costeira ou Taipan comum, sua cabeça tem aparência achatada, possui os olhos bastante separados, uma variação de cores, costuma medir em média dois metros e vive em regiões costeiras mais úmidas e quentes da Austrália. Pode ser encontrada em pastagens, plantações, troncos ocos e até no lixo devido a presença de ratos. 

Devido ao seu comportamento agressivo, a taipan-costeira é uma das cobras mais perigosas da Austrália e antes de 1955, quando seu antídoto foi desenvolvido, uma picada de taipan-costeira era morte certa. Uma quantidade de veneno equivalente a 0,106 mg/kg já é letal, mas em média suas picadas contêm 120 mg (o registro máximo é de 400 mg). 

Estudos comprovam que essa serpente produz veneno suficiente para matar 56 pessoas adultas e quase 200 mil camundongos. Esse animal não economiza no veneno, pois injeta doses altas e letais, isso quer dizer que o socorro à vítima tem que ser imediato em comparação com outras cobras venenosas. 

Se não tratada, a taxa de mortalidade é de 100%, dentro de 30 minutos a 2 horas e meia, a depender do organismo da vítima e da quantidade de veneno. Seu veneno tem ação hemotóxica potente, ou seja, as células sanguíneas são praticamente destruídas o que causa hemorragias internas, outros sintomas são dor de cabeça, náuseas, colapso, convulsões, paralisia, destruição das células musculares e danos nos rins.


2º LUGAR – COBRA MARRON (PSEUDONAJA TEXTILIS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,053 mg/Kg

E com a medalha de prata fica a cobra marrom encontrada na australiana e na Nova Guiné, é conhecida por ter o 2º veneno mais poderoso de todas as cobras. Sua picada é fatal, causando a morte da vítima em menos de uma hora se não tratada. 

Apesar de sua mordida expelir uma dose pequena de veneno, a toxicidade é elevadíssima, o que ocasiona inúmeras mortes humanas. Nenhuma espécie de cobra mata tantas pessoas na Austrália como a cobra-marrom – o que faz dela a cobra mais perigosa do país. 

Mesmo filhotes podem matar um ser humano adulto. Ela se move rapidamente, podendo ser agressiva em certas circunstâncias. Há casos em que persegue seus prováveis agressores e os ataca repetidamente. Seu veneno contém neurotoxinas e coagulantes do sangue, provocando paralisia e hemorragia. 

Nos últimos 16 anos, as Pseudonaja textilis foram responsáveis por mais de 80% das mortes por acindentes com cobras na Austrália


1º LUGAR – TAIPAN DO INTERIOR (OXYURANUS MICROLEPIDOTUS)

serpentes mais venenosas

TOXICIDADE: 0,025 mg/Kg

E no primeiríssimo lugar temos a taipan do interior (Oxyuranus microlepidotus), uma serpente encontrada na Austrália é considerada a cobra mais venenosa do planeta e seu veneno é de longe o mais tóxico de todos os venenos de serpente terrestres ou marinhas, numa única picada ele produz veneno (110 mg) suficiente para matar mais de 100 pessoas ou 250 mil camundongos. 

Esta cobra apresenta mudanças sazonais na cor de sua pele, conforme a estação do ano e a temperatura de seu corpo. Pode atingir 2,5 m de comprimento, habita planícies com pouca vegetação e usa as rachaduras do solo para escapar de predadores e do calor ardente. 

Estima-se que uma mordida pode ser fatal em somente 30 minutos, se a vítima não receber tratamento. É uma serpente extremamente rápida e ágil, podendo atacar instantaneamente e com grande precisão, mordendo frequentemente várias vezes num mesmo ataque e injetando veneno em todas elas. 

Seu veneno, além de ser ultra potente, possui uma enzima chamada hialuronidase que facilita a sua dispersão na corrente sanguínea. Ela é 100 vezes mais venenosa que a cascavel, e 50 vezes mais venenosa do que a naja comum. 

O veneno da Taipan age no sistema nervoso periférico, causando parada respiratório, hemorragias internas, insuficiência renal, náuseas, vômitos, cefaléias (dor de cabeça), pressão baixa ou alta, dor abdominal, perda da consciência, convulsões, paralisia total do corpo, dores musculares. 

Por ser uma serpente extremamente tímida, ela evita ao máximo o contato com o ser humano, por isso o número de acidentes com esses animais é pequeno, porém mostra-se agressiva quando se sente ameaçada.


REFERÊNCIAS

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MORRISON, J. M.; SUTHERLAND, S. K.; COULTER, A. R. Toxicity of inland taipan venom. Estudo clássico sobre o veneno da taipan-do-interior, incluindo valor de DL₅₀ e carga letal (índice veneno/DL₅₀ de 1730). Citado em: Broad, Sutherland & Coulter (1979) apud universidade e mídia especializada.

GONG, Y.; [et al.]. Purificação e caracterização de neurotoxinas de cadeia curta (Pt-N₁ e Pt-N₂) do veneno de Pseudonaja textilis. European Journal of Biochemistry, v. 263, n. 1, p. 185–192, 1999. DOI:10.1046/j.1432-1327.1999.00800.x.

HARRIS, J. B.; MALTIN, C. A. Effects of the subcutaneous injection of the crude venom of the Australian common brown snake, Pseudonaja textilis, on the skeletal neuromuscular system. British Journal of Pharmacology, v. 73, n. 1, p. 157–163, 1981. DOI:10.1111/j.1476-5381.1981.tb16785.x.

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NIYANGODA, K. et al. Comprehensive report on the hook-nosed sea snake Enhydrina schistosa (Daudin, 1803). ResearchGate, 2016. Indica que o veneno de E. schistosa é de 4 a 10 vezes mais potente que o da cobra-naja. Disponível em:

https://www.researchgate.net/publication/311230115_A_comprehensive_report_on_the_Hook-nosed_Sea_Snake_Enhydrina_schistosa_Daudin_1803. Acesso em: ago. 2025.


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